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quarta-feira, 17 de agosto de 2005

O que se passa connosco....

Somos cristãos, uns mais antigos, outros mais recentes... mas todos estamos com dificuldades em viver o verdadeiro cristianismo. Falo por mim. Orar todos os dias, ler a Biblia todos os dias, ter momentos intimos de comunhão com Deus todos os dias, são hábitos que estamos a perder. Andamos desorientados e por vezes sentimo-nos "perdidos". Esta situação tem-se acentuado de tal forma que não sabemos como pedir, agradecer, buscar e dirigirmo-nos a Deus naturalmente.
Lembremos o que está escrito na Palavra de Deus para tentarmos justificar o que está a acontecer:

"E, por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará." (Mateus 24:12)

"Tenho, porém, contra ti que deixaste o teu primeiro amor." (Apocalipse 2:4)

"Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele." (I João 2:15)

"A ninguém devais coisa alguma, a não ser o amor com que vos amei uns aos outros; porque quem ama aos outros cumpriu a lei." (Romanos 13:8)

"E com todo o engano da injustiça para os que perecem, porque não receberam o amor da verdade para se salvarem." (II Tessalonicenses 2:10)


Amor, amor, amor.... Que fizemos nós com o amor que Deus nos deu? Onde o guardámos? Estará escondido ou enterrado nas coisas deste mundo? nos bens materiais? na competição profissional? nas dívidas? nos ídolos e modelos da TV? no nosso ego?... É um circulo vicioso, perdemos o amor por causa dos nossos pecados e perdemo-nos em pecados porque investimos o amor que recebemos neles.

Ai... custa a admitir que o Amor que Deus nos ofereceu está a ser utilizado em coisas que nos prejudicam e entristessem o Senhor, e como se não bastasse, para além de fazermos mau uso dele, por vezes ainda duvidamos que Deus realmente nos ama!! Que lata a nossa!

Uma coisa é certa, Jesus morreu por TODOS, TODOS mesmo, e sabemos que o fez por amor, não poderia haver outra razão que O levasse a fazê-lo. Por isso quer sintamos ou não, Ele ama-nos, não há nada que possamos fazer que O fará amar-nos mais e não há nada que tenhamos feito que O fará amar-nos menos. ISTO É GARANTIDO.
E a prová-lo temos os seguintes textos biblicos:

"Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a estada?"
"Porque estou certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir,"
"Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura, nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor." (Romanos 8:35,38,39)

"Mas Deus prova o Seu amor para connosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores." ( Romanos 5:8)


Estamos convencidos? Mais uma:

"E nós conhecemos, e cremos no amor que Deus nos tem. Deus é amor; e quem está em amor, está em Deus, e Deus nele." (I João 4:16)


Ele é AMOR! Conhecem alguém que seja o próprio amor? Claro que não... Mas Ele é.

Uma vez convencidos desta realidade, não nos resta outra alternativa senão aceitar este tão maravilhoso Amor, este tão maravilhoso Deus e fazer o seguinte:

"Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; do mesmo modo que eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai, e permaneço no Seu amor." (João 15:10)

"O amor seja não fingido. Aborrecei o mal e apegai-vos ao bem." (Romanos 12:9)

"Quanto ao mais, irmãos, regozijai-vos, sede perfeitos, sede consolados, sede de um mesmo parecer, vivei em paz; e o Deus de amor e de paz será convosco." (II Corintios 13:11)

"Porque vós irmãos, fostes chamados à liberdade. Não useis então da liberdade para dar ocasião à carne, mas servi-vos uns aos outros pelo amor." (Gálatas 5:13)

"E conhecer o amor de Cristo, que excede todo o entendimento, para que sejais cheios de toda a plenitude de Deus." (Efésios 3:19)

E tantas outras poderia mencionar, mas convencemo-nos, tudo "gira" e "funciona" à volta do amor, que é Deus, por isso não temos outra hipotese senão nos lançarmos e cairmos em Seus braços de amor...










1 comentário:

Anonymous disse...

Dos Sermões de São Bernardo, abade, sobre o Cântico dos Cânticos

(Sec. XII)

Amo porque amo, amo para amar

O amor subsiste por si mesmo, agrada por si mesmo e por causa de si mesmo. Ele próprio é para si mesmo o mérito e o prémio. O amor não busca outro motivo nem outro fruto fora de si; o seu fruto consiste na sua prática. Amo porque amo; amo para amar. Grande coisa é o amor, desde que remonte ao seu princípio, que volte à sua origem, que torne para a sua fonte, que se alimente sempre da nascente donde possa brotar incessantemente. Entre todas as moções, sentimentos e afectos da alma, o amor é o único em que a criatura pode corresponder ao Criador, se não em igual medida, ao menos de modo semelhante. Com efeito, Deus, quando ama, não quer outra coisa senão ser amado, sabendo que o próprio amor torna felizes os que se amam entre si.
O amor do Esposo, ou antes o Amor-Esposo, não pede senão correspondência e fidelidade. A amada deve, portanto, retribuir com amor. Como pode a esposa não amar, sobretudo se é a esposa do Amor? Como pode o Amor não ser amado?
Com razão renuncia a qualquer outro afecto e se entrega total e exclusivamente ao Amor a alma consciente de que o modo de corresponder ao amor é retribuir com amor. Na verdade, mesmo quando toda ela se transforma em amor, que é isso em comparação com a torrente perene que brota daquela fonte? Evidentemente, não corre com igual abundância o caudal do amante e do Amor, da alma e do Verbo, da esposa e do Esposo, da criatura e do Criador; há entre eles a mesma diferença que entre a fonte e quem dela bebe.
Sendo assim, ficará sem qualquer valor e eficácia o desejo da nova, o anseio de quem suspira, a paixão de quem ama, a esperança de quem confia, porque não pode acompanhar a corrida do gigante, igualar a doçura do mel, a mansidão do cordeiro, a beleza do lírio, o esplendor do sol, a caridade d’Aquele que é a caridade? Não. Porque embora a criatura ame menos, porque é menor, se todavia ela ama com todo o seu ser, nada fica para acrescentar. Nada falta onde está tudo. Por isso, este amor total equivale ao desposório, porque é impossível amar assim sem ser amado, e neste mútuo consentimento de amor consiste o autêntico e perfeito matrimónio. Quem pode duvidar de que a alma é amada pelo Verbo, antes dela e mais intensamente?


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