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sexta-feira, 1 de abril de 2011

Zac Smith - A história continua

"Deus ainda é Deus e Deus ainda é bom"
Já tinha partilhado convosco o testemunho de Zac Smith (ver AQUI). Mas a sua história ainda não terminou. Mesmo após a sua morte, o seu testemunho continua a tocar vidas e a transformar a vida da sua familia. Não deixem de ver.


quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Testemunho de Zach Smith

Por vezes é extremamente difícil aceitarmos e/ou compreendermos os planos de Deus. Nalguns casos é um processo que pode demorar anos e ainda que ultrapassemos a situação não chegamos a entender o porquê de ter acontecido. Encontrei este video com o testemunho de Zach Smith num blog que sigo (http://www.amigodecristo.com) e não podia deixar de partilhar aqui. Não sei se já conhecem, mas é um testemunho incrível e surpreendente. 
Que possamos confiar desta maneira no nosso Deus, Ele é soberano. Aconteça o que acontecer, Ele continua a ser Deus e continua amar-nos e por isso nunca deixou nem deixará de ser BOM. Como seres humanos catalogamos como "Bom", "mau", "assim assim" o que nos acontece, mas só Ele tem o melhor para nós, nem que isso signifique que só O tenhamos a Ele.
Vejam, comentem e partilhem também. Deus vos abençoe.


Aprouve a Deus levá-lo para junto de si no dia 16 de Maio deste ano. Deus foi glorificado.


segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Homenagem a Aline Barros


Este é um video a que acho que muitos de vocês já assitiram e eu própria também num dia em casa dos meus amigos Carla e Daniel Barbosa. Gostei muito mas creio que não aborvi intensamente o seu conteúdo. Ontem quando estavamos em pleno tempo de louvor no Cacém, a Carla começou suavemente a cantar esta música, foi então que me lembrei de ter visto este video e a letra foi entrando no meu coração e derreteu-me por completo... Revi o video e quero muito compartilhar, sei que vão gostar e também ser tocados, não só pela música, mas pelo efeito que ela fez em quem cantou.


sexta-feira, 16 de outubro de 2009

ENTREVISTA A WILLIAM P. YOUNG

Olá a todos,
O Semanário Sol (online) publicou uma entrevista que o William P. Young, autor do livro "A Cabana", deu aos portugueses e eu como li o livro e este continua a ser o meu favorito, não podia deixar de compartilhar. Vão gostar de certeza!


"Como é que descreve este livro?
Descrevo-o como um livro de mistério/suspense sob a forma de ‘what-if’ ( e se?). E se existe um Deus que realmente está envolvido nos pormenores da nossa vida? Como é que isso mudaria a forma como vivemos?


Porque decidiu escrevê-lo?
Fui sempre um escritor, mas nunca pensei em publicar. A minha mulher, Kim, encorajou-me a escrever algo como presente para os nossos seis filhos, com idades entre os 16 e os 19 anos. O que ela pediu foi: ‘Poderias escrever algo que reunisse as tuas ideias, porque pensas fora dos esquemas habituais?’. Por isso, para o Natal acabei o primeiro rascunho e fiz 15 cópias para a família e amigos. O livro cumpriu o seu objectivo e voltei aos meus três empregos.


Que mensagem quis passar aos seus filhos?
Quis fazê-lo através de uma história, porque acho que as nossas história dizem muito sobre o que nos vai no coração. Quis abrir o coração aos meus filhos. O livro contém muitas das questões com que me deparei à medida que fui crescendo, questões sobre Deus, a dor e o sofrimento, sobre a nossa grande tristeza e o processo de cura. Quis que os meus filhos se apaixonassem pelo Deus que eu encontrei; Pai, Filho e Espírito Santo que seguem cada ser humano com infindável ternura e amor e que nos convidam para uma relação que nos cura.


Isso ajudou-o a lidar com os fantasmas da sua própria vida e do seu passado?
Já tinha lidado com esses fantasmas muito antes de me sentar a escrever esta história … por isso a história é uma expressão da cura e não tanto parte de um processo de cura. Descobri que o livro tem ajudado muita gente a abrir-se às pessoas que amam e a lidar com a sua própria grande tristeza. Por isso estou muito agradecido.


Há quem lhe chame uma novela cristã. Tinha um objectivo religioso? É uma tentativa de evangelizar?
De maneira nenhuma. Se eu tenho algum tipo de objectivo religioso, é o de expor a religião como uma tentativa de controlar a vida dos outros. É melhor que eu defina ‘religião’. Religião é qualquer tentativa de agradar a Deus, quer através das motivações da vergonha ou do medo. Acredito que todas as religiões sejam, fundamentalmente, o mesmo, uma tentativa de através da acção agradar a Deus; são apenas a s regras e obrigações que diferem. Não acredito que Jesus tenha vindo para criar uma nova religião para competir no mercado das religiões, mas para destruir a ideologia religiosa introduzindo o relacionamento. Quando entramos numa relação, perdemos controle e embarcamos num mistério … pergunte a qualquer homem casado… Também há quem lhe chame heresia.


O que pensa disso?
Ainda acredito que Jesus cura pessoas no Sabbath. Lembremo-nos que ao ter feito isso Jesus enfureceu a elite religiosa. A ideia de que Deus é amoroso, misericordioso e que procura relações pessoais … gera tanta fúria agora como no tempo de Jesus. Sinto-me seguro de que esta história está assente na teologia ortodoxa, apenas usa uma imagética que muitas vezes está fora da ‘caixa’ em que as pessoas colocam Deus.


É um livro demasiado controverso para cristãos e demasiado católico para leigos?
Para alguns isso será certamente verdade, mas para a maioria a história não é sobre cristãos contra leigos, de forma nenhuma. É sobre a vida, dor, perda, Deus .. questões que interessam a qualquer ser humano. A própria categorização de cristãos versus leigos cria um tom religioso, desnecessário na minha opinião. Quando as pessoas me interrogam se sou cristão, pergunto-lhes: o que acha que é um cristão e eu digo-lhe se sou um deles. Não me importo de ser chamado cristão desde que concorde com a definição. E na maioria das vezes não concordo. Sou um seguidor de Jesus, é certo, mas não sou uma pessoa religiosa. A religião nunca irá curar-nos, só o relacionamento o fará. Toda a vida, para mim, é agora sagrada.


Qual é o significado do título e o uso da cabana como cenário?
A cabana é uma metáfora para a alma/coração do ser humano. É a casa que as pessoas nos ajudam a construir à medida que crescemos. Mas muitos de nós, eu incluído, não recebemos grande ajuda, por isso as nossas almas estão arruinadas (como uma cabana), estão repletas dos nossos vícios e é onde escondemos os nossos segredos. É um sítio onde não queremos deixar ninguém entrar.


Qual o interesse de apresentar Deus como uma mulher africana?
Para ultrapassar os estereótipos, as várias ‘caixas’ em que enfiámos Deus. A Imagética, nas Escrituras, nunca foi feita para ‘definir’ Deus, mas mais para nos fazer entender a natureza e carácter de Deus. Deus é descrito como uma rocha, uma fortaleza, uma águia, uma galinha. Isto não quer dizer que Deus tenha penas. Deus é definido como ‘Pai’, não para o definir como do sexo masculino, mas para nos fazer entender a natureza e o carácter deste Deus que nos ama como seus filhos. Mas muitos de nós foram tão magoados pelos seus próprios pais que imaginar Deus como uma mulher (uma mãe) permite-nos querer correr para o seu colo.


Esperava tornar-se um fenómeno? O que acha disso?
Nunca tal me ocorreu. Apenas escrevi para os meus seis filhos, como um presente. Para mim tudo o que acontece é uma dádiva de Deus, uma manifestação da sua graça e misericórdia. Estou cheio de gratidão por fazer parte de algo que está a tocar o coração de milhões de pessoas e desta forma mudar o mundo para melhor. Sinto-me esmagado. "

Fonte: Sol

sexta-feira, 31 de julho de 2009

"DESERT SONG"

Quase não tenho palavras para expressar o quanto este video me tocou. "Desert Song" é uma música que já gostava muito (está no meu hi5 há imenso tempo). Mas depois de ter visto o testemunho de uma das jovens que canta, a Jill, ainda fiquei a gostar mais e passou a ter um significado muito mais profundo.

Só me pergunto a mim mesma... seria eu capaz?
Mas ela diz: "Deus continua a ser Deus"...
O video é um pouco longo, metade é o testemunho, a outra metade a música inteira. Vejam que vale a pena.




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